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abr 30 2011

Valeu Flávio, esse post é seu

Como o título já diz, esse post foi feito graças à dica do meu aluno Flávio. Em setembro do ano passado eu não divulguei aqui no blog o anúncio da descoberta de um planeta com características semelhantes ao planeta Terra. Hoje recebi um e-mail do Flávio me recomendado que eu fizesse a postagem. Segue então a notícia, diretamente do site da Folha de São Paulo:

AP
Astrônomos americanos anunciaram descoberta de planeta quase do tamanho da Terra que poderia ser habitável
Astrônomos americanos anunciaram descoberta de planeta quase do tamanho da Terra que poderia ser habitável

Astrônomos acham planeta habitável “perto” da Terra

DA ASSOCIATED PRESS

Astrônomos americanos anunciaram ontem a descoberta de um planeta quase do tamanho da Terra que, segundo eles, teria grandes chances de ser habitável. A descoberta fica a 20 anos-luz daqui. Ou seja: em termos espaciais, ele é nosso vizinho.

O planeta recém-descoberto fica na chamada “zona habitável” –local que reúne condições para que haja água em estado líquido– de uma estrela anã conhecida como Gliese 581. Embora os cientistas ainda não tenham encontrado indícios de que realmente exista água por lá, eles já demonstram entusiasmo.

“As chances de que exista vida neste planeta é de 100%”, afirma Steven Vogt, um dos autores do trabalho, publicado na revista científica “Astrophysical Journal”.

Os astrônomos determinaram que o planeta, batizado de Gliese 581g, tem uma massa de três a quatro vezes a da Terra e um período orbital de pouco menos de 37 dias.

Sua massa indica que provavelmente é um planeta rochoso e com gravidade suficiente para ter uma atmosfera, segundo Steven Vogt.

A gravidade superficial seria quase a mesma ou um pouco maior que a terrestre. Portanto, uma pessoa poderia facilmente caminhar em posição ereta pelo planeta, dizem os cientistas.

O Gliese 581g foi descoberto por cientistas que trabalhavam no Lick-Carnegie Exoplanet Survey, após 11 anos de pesquisa. Para vasculhar o espaço, eles usaram telescópios baseados aqui mesmo na Terra.

“O fato de termos conseguido detectar este planeta tão rapidamente e tão próximo nos mostra que planetas como este devem realmente ser comuns”, disse Vogt.

O planeta tem uma de suas faces sempre voltada para a sua estrela e sob influência de uma luz diária perpétua, enquanto a outra fica na escuridão eterna, porque está voltada para o lado oposto.

Consequentemente, as temperaturas decrescem do lado oposto à estrela e se elevam do lado iluminado. A área mais habitável do novo planeta seria a parte intermediária entre luz e escuridão.

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Sobre o autor

Kristian Wessman